Aulo Lárcio Macedo () foi um senador romano nomeado cônsul sufecto para o nundínio de maio a agosto de 124 com Públio Ducênio VerresAlison E. Cooley, The Cambridge Manual of Latin Epigraphy (Cambridge: University Press, 2012), pp. 469ss.

Origem Apesar de compartilhar do nome de uma antiga família patrícia, a origem de Macedo foi bem mais humilde. Seu avô, Aulo Lárcio Lido, era um libertoWerner Eck, "Miscellanea prosopographica", Zeitschrift für Papyrologie und Epigraphik, 42 (1981), pp. 245f. Dião Cássio menciona um Lárcio Lido que ofereceu a Nero um milhão de sestércios para que ele tocasse sua lira para eleDião Cássio, História Romana 62.21.2. Se os dois forem a mesma pessoa, é possível que seu avô tenha amealhado uma grande fortuna e teria usado parte dela para comprar sua própria liberdade na época de Nero. É possível ainda que seu avô tenha sido um ancestral de Aulo Lárcio Prisco, cônsul em 110. Segundo Werner Eck, não há dúvidas de que o senador homônimo Aulo Márcio Macedo, que foi pretor, é pai de Macedo. Seu pai é conhecido como o senhor de escravos cuja crueldade os levou a o matarem durante o banhoPlínio, o Jovem, Epístolas III.14.

Carreira Pouco se sabe sobre a carreira política de Macedo. O único cargo conhecido além do consulado foi o de governador da Galácia entre 119 e 123Eck, "Jahres- und Provinzialfasten der senatorischen Statthalter von 69/70 bis 138/139", Chiron, 12 (1982), pp. 152-157, notável pela quantidade de evidências sobre obras de manutenção das estradas da região: pelo menos 19 miliários com o nome de Macedo foram recuperados.

Ver também

Categoria:Lartii Categoria:Cônsules do Império Romano Categoria:Romanos antigos do século II Categoria:Nascidos no século I Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Mortos no século II Categoria:Ano de morte desconhecido Categoria:Governadores romanos da Galácia