Thirty-Day Princess é um filme pre-Code estadunidense de 1934, do gênero comédia romântica, dirigido por Marion Gering, e estrelado por Sylvia Sidney e Cary Grant. O roteiro de Preston Sturges, Frank Partos, Sam Hellman e Edwin Justus Mayer foi baseado no conto homônimo de Clarence Budington Kelland, publicado na revista Ladies' Home Journal em 1933.

A trama retrata a história de uma princesa europeia que contrai caxumba e conta com a ajuda de uma atriz que se parece exatamente com ela para assumir seu papel.

Sinopse A caminho de Nova Iorque para encontrar apoio financeiro para seu país, o Reino Ruritano de Taronia, a princesa "Zizzi" Catterina (Sylvia Sidney) adoece com caxumba e precisa ser colocada em quarentena por um mês. Em um gesto desesperado, o financista Richard Gresham (Edward Arnold) decide contratar a atriz desempregada Nancy Lane (Sylvia Sidney), que se parece muito com a princesa, para assumir seu papel. Ele oferece a ela um generoso bônus se ela conseguir convencer o principal opositor da transação financeira, o editor de jornal Porter Madison III (Cary Grant), a mudar de ideia.

Elenco Sylvia Sidney como Princesa "Zizzi" Catterina / Nancy Lane Cary Grant como Porter Madison III Edward Arnold como Richard Gresham Henry Stephenson como Rei Anatol XII Vince Barnett como Conde Nicholeus Edgar Norton como Barão Passeria Ray Walker como Dan Kirk Lucien Littlefield como Parker Robert McWade como Editor-chefe George Baxter como Donald Spottswood Marguerite Namara como Dama de Companhia

Produção A produção do filme deveria ter começado em 28 de fevereiro de 1934, mas foi adiada devido à problemas de saúde de William Collier, Sr., que estava escalado para interpretar o papel do Editor-chefe. Collier foi substituído por Robert McWade, e assim a produção começou um dia depois, em 1.º de março.

Embora Preston Sturges tenha sido creditado como o roteirista do filme, ele revelou em sua autobiografia que apenas uma pequena parte do seu trabalho foi realmente utilizada. Sturges comentou que ele e o produtor B. P. Schulberg discordaram sobre os créditos da história do filme, dizendo que, "como produtor, [ele] estava acostumado a receber elogios por suas produções da mesma forma que os generais recebiam elogios pela bravura de seus soldados, e, portanto, parecia-lhe lógico que os roteiristas tivessem a mesma sensação geral de realização compartilhada".

Recepção O filme obteve uma recepção mista da crítica especializada. Meyer Levin, para a revista Esquire, comentou que o diretor "não era o homem para comédias", e Cy Caldwell, para a New Outlook, chamou-o de "uma comédia romântica alegre e divertida" na qual Grant, Edward Arnold, Vince Barnett e outros "ofereceram bom suporte". Mordaunt Hall, em sua crítica para o The New York Times, escreveu: "Este caso agradável e leve tem uma generosa quantidade de reviravoltas imaginativas, e também é dotado de um elenco coadjuvante altamente competente".

O biógrafo de Grant, Geoffrey Wansell, observou que ele foi "obrigado a fazer um pouco mais do que passar a maior parte do tempo usando fraque branco e gravata borboleta". Ele afirmou que Grant ficou furioso com algumas das críticas mais duras ao filme, levando-o a posteriormente querer escolher seus próprios papéis. Wansell afirmou que, em resposta a essa exigência, a Paramount Pictures o emprestou para a United Artists.

Bibliografia

Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 1934 Categoria:Filmes dirigidos por Marion Gering Categoria:Filmes de comédia romântica dos Estados Unidos Categoria:Filmes de comédia romântica da década de 1930 Categoria:Filmes baseados em obras de autores dos Estados Unidos Categoria:Filmes baseados em contos Categoria:Filmes sobre princesas Categoria:Filmes sobre realeza Categoria:Filmes ambientados na cidade de Nova Iorque Categoria:Filmes em preto e branco Categoria:Filmes em língua inglesa Categoria:Filmes da Paramount Pictures