A Juventude Brasileira, ou Organização Nacional da Juventude, como era chamada inicialmente, foi um movimento cívico criado pelo Decreto-Lei n.º 2.072, de 2 de março de 1940, durante o regime do Estado Novo brasileiro, qualificado como uma corporação formada por estudantes de todo o país, com fins patrióticos.
Projeto A criação de uma organização da juventude proveio da ideia de Francisco Campos, na época Ministério da Justiça. A ideia original era uma organização nacional de caráter paramilitar, chamada de Organização Nacional da Juventude. Francisco pretendia que todas as instituições de educação fossem subordinadas a organização, o que a traria logo no começo um grande potencial de mobilização. Porém o plano sofreu forte oposição dentro do governo, como o ministro da guerra Eurico Gaspar Dutra, que era contra o caráter paramilitar da organização, tendo acusado a inspiração externa de Campos. O projeto foi então reformulado por esforços de Gustavo Capanema, ministro da educação, e em sua versão final a organização perdeu totalmente seu caráter de milícia, tendo sido transformada em um movimento ao culto dos símbolos nacionais. Foi criada então em 2 de março a Juventude Brasileira. A organização não obteve muito sucesso e já em agosto de 1944 Capanema sugeriu que o quadro de funcionários da secretaria da Juventude Brasileira fosse extinta e seus funcionários transferidos para a Divisão de Educação Física. Em 26 de agosto de 1945, pouco antes da queda do Estado Novo, um decreto extinguiu o movimento. esquerda|miniaturadaimagem|Cartaz da Juventude Brasileira
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