Paluni () foi uma família nobre (nacarar) da Armênia da Antiguidade e início da Idade Média.

História

thumb|upright=1.2|Expansão dos domínios Mamicônios. Asmúnia está ao centro

Cyril Toumanoff pensou que os Palunis eram reminiscentes dos palas ou balas citados em documentos hititas. Dominavam o gavar (cantão) de Palúnia, situado entre Astianena e Taraunitis. Em data incerta, seu principado foi tomado pela família Mamicônio de Taraunitis e migraram para Vaspuracânia, onde governaram Palúnia e Menúnia. A Lista de Trono (, gahnamak) os menciona em 38.ª posição entre as casas nobres. A Lista Militar (, Zōrnamak), o documento que indica a quantidade de cavaleiros que cada uma das famílias nobres devia ceder ao exército real em caso de convocação, afirma que deviam arregimentar 300 cavaleiros. Na revolta de contra a autoridade do xá , três príncipes são citados: Artaces, Barsabores e Pabeco. Em 505, Tirose assinou os atos do Primeiro Concílio de Dúbio. É possível que tenham deixado de existir pouco depois do , pois Moisés de Corene não tinha conhecimento deles.

Bibliografia

Categoria:Família Paluni