O Palácio Presidencial de Angola é um edifício histórico do governo de Angola que funciona como local de trabalho do Presidente da República.

História Período colonial Foi construído em 1607/1611, inicialmente para servir a Câmara de Luanda. Entre 1621 e 1630 foi adaptado para funcionar como o Palácio do Governador-Geral, sob a administração colonial de Fernão de Sousa. Em 1761, na época do governo do Marquês de Pombal, o edifício foi quase completamente demolido e reconstruído no estilo pombalino. Manteve-se assim até aos anos 40 do século XX, quando recebeu uma reforma comandada pelo arquiteto Fernando BatalhaMARTINS. Arquitecturas de Luanda. Dilazio artes gráficas. 2000MARTINS. Luanda a cidade e a arquitectura. 2000.353f. Tese de Doutoramento (Arquitectura e Urbanismo). Universidade do Porto, Porto, 2000. Foi ampliado, modernizado e unificado com o Palácio Episcopal e a Casa da Junta Real. Data desta remodelação a atual fachada classicizante.

Pós-independência Depois da independência de Angola, o palácio que até então tinha sido a sede do governo colonial, passou a ser a residência oficial do Presidente de Angola. Foi classificado e protegido pelo Despacho n.º 24, de 18 de Abril de 1995.

Edifício na atualidade Enquadramento O palácio situa-se próximo dos Jardins da Cidade Alta. É ladeado pelo Palácio Episcopal e pela Igreja de Jesus. No Largo do Palácio situa-se ainda o edifício do Ministério da Justiça, imediatamente a norte do conjunto do Colégio do Santíssimo Nome de Jesus e Seminário de Luanda.

Estrutura O palácio possui uma fachada neoclássica, com uma arcada saliente e frontão triangular. O interior inclui várias salas em que se realizam cerimónias oficiais, destacando-se o salão nobre, usado para as tomadas de posse do executivo. Nas traseiras do edifício existe outra arcada com uma escadaria que leva aos jardins, onde se situa uma piscina.

Ver também

Palácio da Assembleia Nacional de Angola

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