miniaturadaimagem|Ty Cobb, que é considerado um dos rebatedores mais eficientes da história da MLB. Média de rebatidas é uma estatística que mede o desempenho dos rebatedores no críquete, beisebol e softbol. O desenvolvimento desta estatística no beisebol deriva da utilização da mesma no críquete.
Críquete No críquete, a média de rebatidas de um jogador é calculada pela divisão do número total de corridas que ele anotou pelo número de vezes que ele foi eliminado. A média de rebatidas é considerada uma boa métrica para mensurar a habilidade individual de um jogador como rebatedor, pois as medidas envolvidas em seu cálculo dependem principalmente da habilidade individual, e não do desempenho de companheiros de equipe.
A maioria dos jogadores de críquete possuem médias de rebatidas entre 20 e 40. Entre os jogadores com um mínimo de 20 entradas jogadas ou completadas, a maior média de rebatidas pertence ao australiano Sir Donald Bradman, com 99,94.
Beisebol miniaturadaimagem|Cobb jackson No beisebol, a média de rebatidas de um jogador é definida pelo número de rebatidas dividido pelo número de vezes ao bastão. A média de rebatidas é frequentemente exibida com três dígitos decimais.
Em tempos modernos, a maioria dos jogadores de beisebol apresentam médias de rebatidas entre 0,200 e 0,300. Uma média de rebatidas acima de 0,300 é considerada ótima, e uma acima de 0,400 é considerada inalcançável. O último jogador da Major League Baseball (MLB) a realizar essa façanha foi o campista esquerdo Ted Williams, com uma média de 0,406 em 1941. O campista central Ty Cobb possui a maior média de rebatidas da história da liga, com 0,366.
História O estatístico inglês Henry Chadwick foi uma das figuras mais influentes no desenvolvimento da popularidade e das estatísticas do beisebol durante o século XIX. Ele foi o responsável por adaptar o cálculo da média de rebatidas do críquete para o beisebol. Ao invés de usar corridas, Henry optou por usar as rebatidas, visto que as corridas do beisebol dependem também do desempenho dos outros rebatedores da equipe. Também houve a substituição das eliminações pelo número de vezes ao bastão. A intenção de retratar a média de rebatidas como a frequência com que um rebatedor avança para as bases foi a motivação de Henry para essas adaptações.
Até o início do século XXI, a média de rebatidas era considerada o principal indicador da eficiência de um rebatedor. Com o advento da Sabermetria, outras estatísticas passaram a ser consideradas mais adequadas para análises de desempenho, visto que a média de rebatidas não leva em consideração outras formas de avanço de base, como base por bolas e hit by pitch.
Referências
Categoria:Críquete Categoria:Beisebol Categoria:Softbol