Mamerco Emílio Escauro (; m. ) foi um senador, retórico e poeta romano da gente Emília nomeado cônsul sufecto em 21 com Cneu Tremélio. Era filho de Marco Emílio Escauro e foi o último membro masculino conhecido de sua família.

Carreira Segundo Tácito, era um respeitado orador.Tácito, Anais 3, 31, 3–4. Depois de escrever uma tragédia na qual alguns versos eram pouco elogiosos ao imperador Tibério, Escauro foi processado por adultério e por praticar mágica como forma de intimidação pelo prefeito pretoriano Macro.Tácito, Anais 1.13.4 Depois de ser acusado de maiestas ("traição"), um crime capital, Mamerco se suicidou com Sêxtia, sua esposa.Tácito, Anais 6, 29, 3–4.

Família Mamerco se casou primeiro com Emília Lépida, uma descendente de Sula e Pompeu, com quem teve uma filha. Em 20, ela foi acusada por seu primeiro marido, Públio Sulpício Quirino, de vários crimes incluindo adultério e foi defendida por seu irmão Mânio Emílio Lépido. Finalmente ela foi considerada culpada e foi banida. Dois anos depois, Escauro se casou com Sêxtia, viúva de seu meio-irmão Lúcio Cornélio Sula.

Ver também

Bibliografia

Categoria:Retóricos da Roma Antiga Categoria:Poetas da Roma Antiga Categoria:Escritores da Roma Antiga Categoria:Romanos antigos que cometeram suicídio Categoria:Cônsules do Império Romano Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Nascidos no século I a.C. Categoria:Aemilii Categoria:Romanos antigos do século I