A Sociedade São Jorge do Gantois, Terreiro do Gantois ou Ilê Iaomim Axé Iamassê (), é um terreiro de candomblé brasileiro em Salvador, especificamente no bairro da Federação. Foi tombado nacionalmente em 2002 pelo IPHAN, sob o processo n.º 1471-T-00, 2002.RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS LEI 10.639/03 pág. 15

Essa é outra grande casa de candomblé Queto (Alaqueto), que também nasceu da Casa Branca do Engenho Velho, foi fundado por Maria Júlia da Conceição Nazaré em 1849.

O nome Gantois (pronuncia-se gantoá) tem origem do Edouard Gantois, dono do terreno onde o templo religioso foi construído.

O que diferencia o Gantois de outros terreiros tradicionais da Bahia, como o Ilê Axé Opô Afonjá, Casa Branca do Engenho Velho, Terreiro do Bogum e outros, é que a sucessão se dá pela linhagem e não através de escolha pelo jogo de búzios.

Segundo o antropólogo Júlio Braga: "Historicamente, o Gantois é um candomblé familiar de tradição hereditária consanguínea, em que os regentes são sempre do sexo feminino", em entrevista fornecida ao Correio da Bahia.

Sacerdotisas As sacerdotisas que lideraram o terreiro foram: Maria Júlia da Conceição Nazaré (1849-1910) Jacinto da Conceição Mãe Pulquéria (1918) Maria da Glória Nazareth (1918-1920) Mãe Menininha do Gantois (1922-1986) Mãe Cleusa de Nanã (1989-1998) Mãe Carmen de Oxaguian (2002-2025)

Ligações externas

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Categoria:Terreiro do Gantois Categoria:Patrimônio tombado pelo IPAC Categoria:Patrimônio tombado pelo IPHAN na Bahia