A sintaxe espacial é um conjunto de teorias e técnicas de análise da configuração espacial do ambiente construído ou projetado. Foi concebida por Bill Hillier, Julienne Hanson e colegas na University College London ao final da década de 1970 e início da década de 1980 como uma ferramenta para auxiliar planejadores urbanos a simular os possíveis efeitos sociais de seus projetos.
Tese A ideia geral é de que espaços podem ser fragmentados em componentes, analisados como redes de escolhas, e então representados por mapas e gráficos que descrevem a conectividade e integração relativas desses espaços. Fundamenta-se em três concepções básicas de espaço: espaço axial (ideia popularizada por Bill Hillier, da University College London): um espaço ou caminho reduzido a uma ou mais retas. espaço convexo (popularizado por John Peponis e seus colaboradores, do Instituto de Tecnologia da Geórgia): um espaço vazio e ocupável dado por um polígono ou sólido convexo. isovista (popularizada por Michael Benedikt da Universidade do Texas): um polígono de visibilidade, ou o campo de visão de qualquer ponto.
Referências Hillier B. and Hanson J. (1984), The Social Logic of Space, Cambridge: Cambridge University Press. Hillier B. (1999), Space is the Machine: A Configurational Theory of Architecture, Cambridge: Cambridge University Press. Hillier B. and Penn A. (2004), Rejoinder to Carlo Ratti. Environment and Planning B - Planning and Design, 31 (4), 487–499. Ratti C. (2004), Space syntax: some inconsistencies. Environment and Planning B - Planning and Design 31 (4), 501–511.
Categoria:Urbanismo Categoria:Arquitetura