Vestidor (; ) foi um ofício e título palaciano modesto do Império Bizantino. Como o próprio nome sugere, os funcionários vestidores foram originalmente oficiais do guarda-roupa imperial (; ) e são primeiro atestados como tais no . Por volta do , o título também havia se tornado uma dignidade honorária () pretendido para "barbudos" (ou seja, não-eunucos), marcado no Cletorológio de 899 como o terceiro menor na hierarquia imperial, estando entre o silenciário e o mandador (ambos também classes de oficiais do palácio). Sua insígnia distintiva era um fibratório (fiblatorium), um manto preso com uma fíbula.
De acordo com o Cletorológio, em conjunto com os silenciários, os vestidores estavam sob o comando de oficiais da corte conhecidos como mestre de cerimônias. O Sobre as Cerimônias do imperador indica que eles ajudaram os prepósitos a vestir o imperador bizantino, enquanto o cronista Teófanes, o Confessor chama-os guardas da coroa imperial. A partir de evidências sigilográficas, no a título foi apossado por altos funcionários provinciais, ou seja, protonotários (chefes da administração civil) e comerciários (kommerkiarioi) dos temas. O título foi utilizado até o .
Bibliografia
Categoria:Títulos palacianos bizantinos Categoria:Títulos cortesãos bizantinos