Bernardo de Almeida Lemos ou Bernardo Lemos de Almeida (Santa Maria, Covilhã, 21 de Agosto de 1789Baptizado em Santa Maria, Covilhã, a 30 de Agosto de 1789. (Livro 11 de Baptismos, fl. 309v) - d. 17 de Fevereiro de 1851) foi um empresário, negociante, proprietário e industrial, militante liberal e político português.
Família Filho de João de Almeida Lemos (Teixoso, Covilhã, 8 de Setembro de 1755 - Santa Maria, Covilhã, 7 de Junho de 1827), Sargento-Mor da Companhia de Ordenanças da Covilhã e Procurador do Senado da Câmara do Concelho da Covilhã, e de sua mulher (Santa Maria, Covilhã, 11 de Maio de 1786) Ana Clara Cardona (São Paulo (hoje parte de São Pedro), Covilhã, 7 de Novembro de 1760 - Santa Maria, Covilhã, 21 de Outubro de 1833)."Instrumentário Genealógico", Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque da Cunha, p. 147"Costados Nobres de Portugal", D. Gonçalo de Mesquita da Silveira de Vasconcelos e Sousa e José Manuel de Seabra da Costa Reis, Livraria Esquina, 1.ª Edição, Porto, 1992, Árv. 1
Biografia Negociante, Proprietário e Industrial.
Monteiro-Mor de Manteigas por Carta de D. João VI de Portugal de data desconhecida de 1818, Capitão do Regimento de Milícias da Covilhã, Milícias da Divisão do Sul, e Presidente da Câmara Municipal da Covilhã.
Guerra Civil Portuguesa Partidário do Liberalismo e de D. Pedro IV de Portugal, foi incluído na lista dos ausentes citados por Carta de Edito de 7 de Dezembro de 1829 da Alçada criada pelo Governo de D. Miguel I de Portugal, sendo Negociante e morador na Covilhã, não constando quando foi mandado dizer de facto e direito, tendo sido, com outros militantes liberais, a 18 de Agosto de 1830, condenado em dois anos de reclusão na Praça de Cascais, e em 50$000 réis para despesas da referida Alçada, como pena pecuniária, tendo a 5 de Novembro do mesmo ano, em atenção aos novos documentos que juntou aos embargos, sido reduzida a reclusão em um ano na Praça de Monsanto.
Condecoração Foi feito Cavaleiro da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa a 18 de Fevereiro de 1846 e por Carta de D. Maria II de Portugal de 17 de Fevereiro de 1851."A Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa", Francisco Belard da Fonseca, Fundação da Casa de Bragança, Lisboa, 1955, p. 164
Descendência Teve uma filha natural de Maria Bernarda de Jesus de Almeida Castelo Branco (Santa Maria (hoje parte de Penamacor), Penamacor, c. 1811 - ?), filha de Hermenegildo António de Almeida (Barco, Covilhã, c. 1764 - Telhado, Fundão, 7 de Fevereiro de 1827), Médico e Proprietário, e de sua mulher (1785) Angélica Leonor de Lima Leal Pais Castelo Branco (Telhado, Fundão, c. 1785 - Telhado, Fundão, 22 de Março de 1825), Proprietária, e irmã da 1.ª Viscondessa de Dominguizo e de Francisco Xavier Pais Castelo Branco, casado primeira vez a 3 de Fevereiro de 1854 com Ana Carolina dos Santos, viúva de José Alves Furtado, e casado segunda vez com Maria José de Lima: Cristina Cândida de Jesus de Almeida Lemos (Santa Maria, Manteigas, bap. 27 de Dezembro de 1842 como filha de pais incógnitos - 1926), Senhora da Casa da Praça em Manteigas, casada em 1856 com João Bernardo da Cunha (Casa de São Gabriel, Santarém Maria, Manteigas, 14 de Setembro de 1837 - congestão, Leça da Palmeira, Matosinhos, 8 de Setembro de 1864), com geração
Categoria:Família Cardona Categoria:Naturais da Covilhã Categoria:Empresários de Portugal Categoria:Agricultores de Portugal Categoria:Industriais de Portugal Categoria:Presidentes da Câmara Municipal da Covilhã Categoria:Cavaleiros da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa