What Is It Like to Be a Bat? (Como é ser um morcego?) é um conhecido artigo do filósofo americano Thomas Nagel, primeiramente publicado na revista The Philosophical Review em Outubro de 1974 e mais tarde na sua obra Mortal Questions (1979).

Neste texto, Nagel argumenta que as teorias materialistas da mente omitem um componente essencial da consciência, nomeadamente que existe algo que é como ser uma particular coisa consciente."Thomas Nagel," in Honderich, Ted (ed.). The Oxford Companion to Philosophy. Oxford University Press, 2010, p. 637. Um organismo possui estados mentais conscientes, argumenta, apenas e só apenas se houver algo que seja como ser tal organismo - algo que é ser como para o organismo.Nagel, Thomas. "What is it like to be a bat?", Mortal Questions, Cambridge University Press, 1979, p. 166. * O artigo também está disponível em: Morton, Peter Alan. A Historical Introduction to the Philosophy of Mind, Broadview Press, 1997, p. 391ff.

Críticas Dennett nega a afirmação de Nagel de que a consciência do morcego é inacessível, argumentando que quaisquer características "interessantes ou teoricamente importantes" da consciência de um morcego seriam passíveis de observação em terceira pessoa. Por exemplo, está claro que os morcegos não podem detectar objetos mais do que um poucos metros de distância porque a ecolocalização tem um alcance limitado. Ele afirma que quaisquer aspectos semelhantes de suas experiências poderiam ser recolhidos por mais experimentos científicos.

Ligações externas 1974, "What Is it Like to Be a Bat?", Philosophical Review, pp. 435–50. Texto online

Tradução de Luís M. S. Augusto Texto em português

Categoria:Literatura filosófica Categoria:Morcegos na cultura