miniaturadaimagem|Soneto 14 de William Shakespeare. Soneto 14 é um dos 154 sonetos de William Shakespeare. Apresenta-se como uma explícita declaração de amor. Neste soneto, o eu-lírico declara que possui o poder de prever o futuro, mas não através das estrelas ou de coisa parecida, e sim através dos olhos da pessoa a que o soneto é endereçado, olhos que venceriam a beleza e a verdade.

Sinopse Assim como os astrólogos preveem o futuro pelas estrelas, o poeta lê o futuro nas "estrelas constantes" dos olhos do jovem, onde vê que, se o jovem gerar um filho, a verdade e a beleza sobreviverão; caso contrário, morrerão quando o jovem morrer.

Estrutura Forma: Soneto inglêsCAMPOS, Geir. Pequeno Dicionário de Arte Poética. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1960. Métrica: Versos decassílabos Ritmo: Pentâmetro iâmbico Esquema rímico: ABAB CDCD EFEF GG

Traduções Na tradução de Thereza Christina Rocque da Motta:

Na tradução de Paulo Camelo:

Bibliografia pesquisada Alden, Raymond. The Sonnets of Shakespeare, with Variorum Reading and Commentary. Boston: Houghton-Mifflin, 1916. Baldwin, T. W. On the Literary Genetics of Shakspeare's Sonnets. Urbana: University of Illinois Press, 1950. Booth, Stephen. Shakespeare's Sonnets. New Haven: Yale University Press, 1977. Dowden, Edward. Shakespeare's Sonnets. London, 1881. Hubler, Edwin. The Sense of Shakespeare's Sonnets. Princeton: Princeton University Press, 1952. Schoenfeldt, Michael (2007). The Sonnets: The Cambridge Companion to Shakespeare’s Poetry. Patrick Cheney, Cambridge University Press, Cambridge. Tyler, Thomas (1989). Shakespeare’s Sonnets. London D. Nutt. Vendler, Helen (1997). The Art of Shakespeare's Sonnets. Cambridge: Harvard University Press.

Categoria:Sonetos de William Shakespeare