Renata Sayuri Kajiyama, ou simplesmente Renata Sayuri (Taubaté, 13 de março de 1981),«Foragida do estúdio». O Mossoroense. 21 de janeiro de 2001. Cópia arquivada em 09 de outubro de 2017 é uma ex-apresentadora e ex-atriz nipo-brasileira.

Carreira Neta de japoneses, Renata começou a carreira fazendo participações no programa de televisão Fantasia, do SBT, no fim da década de 1990, mas tornou-se conhecida de fato a partir de meados de agosto de 2000, quando a Bandeirantes lançou o programa de desenhos infanto-juvenil Band Kids, apresentado por Sayuri sob a pele da heroína Kira, cujo figurino havia sido inspirado nos personagens de anime. No início de junho de 2001, o programa foi reformulado, já sem a participação da apresentadora.

Renata chegou a iniciar faculdade de jornalismo, mas abandonou o curso logo no começo para reportar os bastidores das gravações de Gaijin 2 (filme de Tizuka Yamasaki), realizadas em 2002.

Ainda em 2002, estreou na novela Pequena Travessa, do SBT, interpretando a personagem Beth, e anos mais tarde participaria de outra novela no mesmo canal, Revelação, interpretando a personagem Drª. Fernanda.

Em 2004, interpretou a personagem Rita na minissérie Um Só Coração, apresentada na Rede Globo, e nesse mesmo ano foi entrevistada na Rádio Jovem Pan FM, no programa Pânico, que marcou um pico de 4 pontos de audiência na ocasião.

Ainda em 2004, fez a peça infantil "A Revolta dos Brinquedos", que ficou em cartaz no Rio de Janeiro, e interpretou a fada Do-I no episódio "O Pequeno Samurai" do Sítio do Picapau Amarelo.

Além de ter atuado em outras peças teatrais e episódios de séries, foi apresentadora de programas de entretenimento na extinta IPCTV e participou de filmes e campanhas publicitárias, inclusive na China.

Linha do tempo Televisão e cinema

Ano Título Função / Personagem 1997Fantasia Garota Fantasia 1998 19992000Band Kids Apresentadora (Kira) 20012002-2003 Guia Brasil Apresentadora IPC no Ar Pequena Travessa Beth 2004 Um Só Coração Rita Fujihara Sítio do Picapau Amarelo (episódio "O pequeno samurai")Fada Do-I2005Jogo SubterrâneoJovem no metrô Mandrake (episódio "A cidade não é aquilo que se vê do Pão de Açúcar") Gisele 2007 Toma Lá, Dá Cá (episódio "O y do problema") Furico2008RevelaçãoDrª. Fernanda20092010O Super Sincero (episódio "SPA de relaxamento")Yasmin2011 Malhação (participou de 1 episódio) Sara Lee 9mm: São Paulo (episódio "O nascer da lua cheia") Gisela Nagaoka 2013 Estação Liberdade A japonesa2015 (ano de produção)Deixe-me ViverIrmã Rosália

Vida pessoal À fl. 34 do proc. n° 0015714-62.2016.8.13.0208, Renata Sayuri afirmou que, "por razão da crise no Brasil", em 2015 foi obrigada a se mudar de São Paulo para Cruzília, sul de Minas Gerais, onde passou a morar com a mãe. Consta também que estaria perturbando a tranquilidade do locador da casa onde residia, e que chegara até a injuriá-lo, conforme boletim de ocorrência registrado em 29/04/2016. Na folha 36 do mesmo processo, Sayuri disse que, "ao escrever, no trabalho de jornalista, comecei a ficar irônica", acrescentando mais à frente que "tinha que sair de casa, para me movimentar, fruto do meu trabalho como jornalista", mas não há qualquer registro de trabalho jornalístico de Renata nessa época ou após.

Em 2024 foi internada em uma clínica psiquiátrica para dependentes químicos na cidade de São Sebastião do Paraíso, interior de Minas Gerais. De acordo com pessoas próximas a Renata, ela estava bastante debilitada devido ao abuso de entorpecentes. Após sua saída da clínica, Sayuri afirmou em sua página no Instagram que a internação ocorreu na realidade em função de transtorno afetivo bipolar, doença com a qual ela convivia há vinte anos, e que não estava a lutar contra qualquer vício.

Em postagem subsequente, afirmou que, aderente ao tratamento, teria aprendido a administrar o transtorno "há muitos anos", mas em 2022 foi internada compulsoriamente, por encontrar-se "alterada e agressiva, agredindo e ameaçando as pessoas na rua sem motivo, oferecendo risco para si e para terceiros”, conforme denúncia do Ministério Público do Estado de Minas Gerais no bojo do proc. n° 5001625-36.2022.8.13.0208. Além disso, provavelmente por encontrar-se em fase maníaca mal administrada, em 2023 foi processada por perturbação do trabalho ou do sossego alheios (proc. n° 5000003-82.2023.8.13.0208).

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