Luís Carlos da Cunha (São Luís do Maranhão, 18 de maio de 1933 — 22 de Outubro de 1990), foi um escritor, compositor e jornalista brasileiro.
Foi o fundador da Academia Maranhense de Trovas em 1968.
Fora eleito em 04 de novembro de 1967 para a Cadeira de n.º 33 da Academia Maranhense de Letras, sucedendo Viriato Correia. Foi recepcionado por Ribamar Carvalho em 21 de dezembro de 1967. e escreveu livros de poesia e prosa. Também foi Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão.
Em São Luís do Maranhão como forma de homenagear o escritor, foi dado o seu nome a uma rua: Avenida Carlos Cunha.
Como jornalista, trabalhou no Jornal Pequenohttps://al-ma.jusbrasil.com.br/noticias/343851170/othelino-neto-destaca-os-65-anos-do-jornal-pequeno Othelino Neto destaca os 65 anos do Jornal Pequeno e mais tarde no Jornal do Dia
Obras Poesia de ontem (1967) Vultos históricos à luz da crítica moderna (1970) Cancioneiro do menino grande (1972) Um perfil de Pandiá Calógeras (1973) Poemas em prosa (1976) O lado visível (1979) Rosa de alumínio (1979) As lâmpadas do sol (1980) Moinhos da memória (1981) Aspectos da Literatura maranhense (1985) Ballet de santos e demônios (1985) O Caçador da estrela verde (1986)
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