Fyodor Fyodorovich Cherenkov - em russo, Фёдор Фёдорович Черенков (Moscou, 25 de julho de 1959 – Moscou, 4 de outubro de 2014) foi um futebolista e treinador de futebol russo. Seu nome também costumava ser grafado como "Fedor Cherenkov" ou "Tcherenkov", ele foi medalhista olímpico de bronze em Moscou 1980.

Carreira Clubes Cherenkov jogou por dezesseis anos e, exceto por uma temporada na equipe francesa do Red Star Saint-Ouen, já no final da carreira, dedicou quinze deles ao Spartak Moscou, onde começou a jogar profissionalmente em 1977.

Embora tenha participado dos três últimos títulos da equipe moscovita no campeonato soviético (em 1979, 1987 e 1989), Cherenkov acabou por ser sempre preterido nas convocações da Seleção Soviética para torneios oficiais: não foi chamado para as Copas do Mundo de 1982, 1986 e 1990, embora estivesse em alto nível (o que o fez aparecer nos álbuns oficiais da Panini para as duas últimas).

Eleito duas vezes o melhor jogador do país, em 1983 e 1989, também não foi à Eurocopa 1988. Seu único torneio oficial acabou sendo as Olimpíadas de 1980, disputadas em Moscou, onde terminou com o bronze.

Após jogar pelo Red Star Saint-Ouen, na temporada 1990/91, Cherenkov voltou ao Spartak, onde parou de jogar em 1993, aos 34 anos. Despediu-se após a conquista do segundo campeonato russo (disputados a partir de 1992, após a desintegração da URSS no ano anterior) do clube. É considerado pelos fãs como o maior jogador da história do Spartak.

Carreira como técnico e auxiliar Em 1994, um ano após encerrar a carreira, Cherenkov seguiu no Spartak, primeiro como auxiliar-técnico de Oleg Romantsev, exercendo a mesma função na equipe reserva entre 1996 e 1997.

Seu último trabalho foi como treinador das categorias de base do Spartak, onde permaneceu por um ano. Era presença frequente em amistosos envolvendo ex-atletas do clube, sendo um dos poucos jogadores do clube a ser bem-tratado pelos grandes rivais (Dínamo de Kiev, Dínamo de Moscou e CSKA).

Morte Durante boa parte de sua carreira, Cherenkov sofria diversos problemas de saúde, sendo afetado nos últimos anos por um transtorno mental. Morreu aos 55 anos, em 4 de outubro de 2014, vítima de um tumor cerebral. Em sua homenagem, o Spartak decidiu inaugurar uma estátua do ex-meia.

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