Teologia política é um ramo da filosofia política e da teologia que investiga os meios nos quais conceitos ou modos de pensar teológicos influenciam a política, a sociedade, a economia e a cultura. O mesmo termo foi usado de maneira muito variável por escritores, explorando diferentes aspectos da subjetividade, com desenvolvimento tanto entre aqueles defendendo a tradicional preocupação com a "reforma moral" individual, como God's Warriors (1992), de Clyde Wilcox, e The Political World of the Clergy (1993), de Ted Jelen, e aqueles da esquerda que se concentraram na "justiça social" coletiva, como The Gathering Storm in the Churches (1969), de Jeffrey K. Hadden, e The Prophetic Clergy (1974) de Harold Quinley.
Escrevendo entre a turbulência da Guerra da República de Weimar, Carl Schmitt, em Teologia política, argumentou que os conceitos centrais da política moderna são versões secularizadas dos antigos conceitos teológicos. Baseando-se em Thomas Hobbes em Leviatã ele argumentou que o Estado existe para manter sua própria integridade para assegurar a ordem da sociedade em tempos de crise.
O livro Teologia política correntemente examina a conexão entre fé religiosa e política.
O teólogo católico Johann Baptist Metz explora o conceito de teologia política ao longo de sua obra. Ele sustenta o conceito de "Deus sofrendo" que divide a dor da sua criação, e escreve, "Ainda, encarado com as condições da criação de Deus que clamam aos céus, como pode o teólogo do Deus criador evitar a suspeita da indiferença, a menos que ele compreenda a língua do sofrimento de Deus?".
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