Luís Maria Leitão (Moimenta da Beira, 27 de Maio de 1912 — Niteroi, 9 de Outubro de 1987), mais conhecido pelo pseudónimo de Luís Veiga Leitão, foi um poeta e artista plástico português, membro do grupo literário Germinal. Foi um militante anti-fascista, sendo obrigado a exilar-se devido à perseguição pelo Estado Novo.
Biografia Foi escriturário da 7.ª Brigada Cadastral da Federação dos Vinicultores da Região do Douro, mas foi demitido por ser contra o regime salazarista. Foi delegado de informação médica de vários laboratórios farmacêuticos.
Para além de poesia, escreveu crónicas de viagens e de costumes. Foi também artista plástico, dedicando-se ao desenho.
Era amigo do poeta brasileiro Odilo Costa Filho, tendo feito o seguinte elogio ao brasileiro: «Poeta do amor pelo amor / das coisas, dos bichos, do ser»Revista COLÓQUIO/Letras n.º 51 (Setembro de 1979). Odylo coração incendidado, pág. 43..
Homenagens Existe uma placa na casa onde nasceu em Moimenta da Beira.
Há em Moimenta da Beira a Galeria Municipal Luís Veiga Leitão e a Rua Luís Veiga Leitão.
A Rua Luís Veiga Leitão no Porto homenageia também o poeta.
Principais obras publicadas Latitude – 1950; Noite de Pedra - 1955; Livro de Andar e Ver (com prefácio de Jayro José Xavier) - 1976; Linhas do Trópico – 1977; Livro da Paixão – Para Ler e Contar – 1986; Rosto por Dentro – 1992;
Figura nas seguintes antologias: Ciclo de Pedras – 1964; Sonhar da Terra Livre e Insubmissa – 1973; Longo Caminho Breve – Poesias Escolhidas – 1943 e 1983; Biografia Pétrea – 1989.
Ligações externas Poesia Completa de Luís Veiga Leitão
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