Júlio José da Conceição Graça (Vila Franca de Xira, 1923 – Alhandra, 21 de Fevereiro de 2006) foi um escritor português neo-realista.
Em algumas obras de Júlio Graça encontramos um retrato da experiência fabril e dos movimentos sociais da faixa industrial e rural ribeirinha do Tejo.
Em 2003, Júlio Graça foi homenageado pelo município de Vila Franca de Xira e pela Junta de Freguesia de Alhandra, a propósito dos seus 50 anos de actividade literária, simultaneamente com o lançamento da sua obra Crónica de Libertação da Etiópia.
Obras Lezíria: Poemas. Lisboa, ed. do autor, 1952. Capa de Alfredo Peniche. Buza. Lisboa, Sociedade de Expansão Cultural, 1954. Capa e ilustrações de Manuel Ribeiro de Pavia. O salário de Judas. Lisboa,Orion Distribuidora, 1955. Ilustrações de Rogério Ribeiro. Um palmo de terra. Lisboa, Orion Distribuidora, 1959. Capa de Cipriano Dourado. A espada e o coração. Lisboa, Sociedade de Expansão Cultural, 1962. Capa de Maria Helena Nunes dos Santos. Banquete do deserdado. S.l. ed. do autor, 1967. Capa de Noel Bértholo. A voz das sereias. Lisboa, Sociedade de Expansão Cultural, 1968. Operários falam: o trabalho e a vida. Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1973. Histórias da prisão. Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1975. Ciclo do Preste João. Lisboa, Livros Horizonte, 1985. A lenda do paraíso. Lisboa, Livros Horizonte, 1989. De búzio no ouvido: poema. S. l., ed. do autor, 1996. Crónica de libertação da Etiópia
Pedro, Maria do Sameiro. Um escritor em Alhandra: apontamentos sobre a obra de Júlio Graça Pereira, José Pacheco. Blogue Estudos Sobre o Comunismo
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