D. Brás Maria José Baltazar da Piedade da Silveira e Lorena (Santos-o-Velho, Lisboa, 17 de Dezembro de 1814 - Santos-o-Velho, Lisboa, 16 de Janeiro de 1867) era filho de D. Nuno Maria José Baltazar da Silveira e Lorena (1793-1820), Capitão do Regimento de Infantaria N.º 22, e de sua mulher D. Ana José de Assis da Câmara (1796-1869), naturais de Lisboa, sendo o mais velho de três filhos.
Biografia Foi 11° Conde do Prado de juro e herdade, 9º Marquês das Minas de juro e herdade em 15 de janeiro de 1842, Comendador da Ordem Militar de Cristo, Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, Par do Reino; condecorado com a Medalha Especial de Isabel II, etc.
Casou em 8 de Maio de 1842 na Igreja Paroquial da Encarnação de Lisboa, com D. Eugénia Maria de Sousa Holstein (Alcântara, Lisboa, 6 de março de 1813 - ?), filha do 1.º Duque de Palmela D. Pedro de Sousa Holstein (1781-1850) e de sua mulher D. Eugénia Francisca Maria Ana Júlia Felizarda Apolónia Xavier Teles da Gama (1798-1848).
O título de Conde do Prado foi dado a seu filho primogénito.
Teve oito filhos: D. Nuno Maria da Piedade da Silveira e Lorena (Santos-o-Velho, Lisboa, 11 de Setembro de 1843 - ?), 12.º Conde do Prado de juro e herdade. Morreu em vida de seu pai sem deixar geração;
D. Pedro Maria da Silveira e Lorena (Santos-o-Velho, Lisboa, 21 de Janeiro de 1846 - Santos-o-Velho, Lisboa, 12 de Julho de 1870), 13.º Conde do Prado de juro e herdade e 10.º Marquês das Minas de juro e herdade. Morreu também sem deixar geração;
D. Alexandre Maria Francisco de Paula Xavier de Sales Filomeno Inácio Pedro de Assis Baltazar da Silveira e Lorena (São Mamede, Lisboa, 17 de Setembro de 1847 - Luanda, 30 de Agosto de 1903) foi 14.º Conde do Prado de juro e herdade, 11.º Marquês das Minas de juro e herdade. Oficial-Mor da Casa Real, Par do Reino, Engenheiro Civil, Diretor dos Caminhos-de-Ferro de Luanda a Ambaca. Tomou posse na Câmara dos Digníssimos Pares do Reino, lugar em que sucedeu a seu pai, em 21 de Julho de 1890. Curso de Engenharia Civil. Diversos cargos superiores, no continente e em África. Sucedeu no título a seus dois irmãos falecidos sem herdeiros, sendo-lhe o título renovado em 2 de Novembro de 1876;
D. Brás Maria da Silveira e Lorena (Santos-o-Velho, Lisboa, 6 de Dezembro de 1849 - Santos-o-Velho, Lisboa, 10 de Janeiro de 1850);
D. Brás Maria da Silveira e Lorena (Santos-o-Velho, Lisboa, 9 de Dezembro de 1852 - Santos-o-Velho, Lisboa, 10 de Janeiro de 1853);
D. Luís Gonzaga da Silveira e Lorena (Santos-o-Velho, Lisboa, 5 de Julho de 1853 - ?);
D. Eugénia Maria das Dores da Silveira e Lorena (Oeiras, 17 de Setembro de 1854 - ?);
D. Ana Maria da Silveira e Lorena (Santos-o-Velho, Lisboa, 3 de Agosto de 1856 - Santos-o-Velho, Lisboa, 3 de Novembro de 1881) casou na Igreja Paroquial de Alcabideche, em Cascais, Cascais, a 27 de Novembro de 1880 com José da Silva Martens Ferrão de Castelo Branco (Paris, 13 de Novembro de 1847 - Mercês, Lisboa, 21 de Março de 1909), com geração feminina extinta.
Faleceu aos 52 anos de idade, no palácio onde residia na Rua de São Francisco de Paula, número 6, Freguesia de Santos-o-Velho. Está sepultado em jazigo particular no Cemitério dos Prazeres.
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