Vinte perguntas é um de adivinhação que estimula o raciocínio dedutivo e a criatividade. Sua origem remonta pelo menos ao século XVIII e, no século XX, serviu de inspiração para programas de perguntas e respostas no rádio e na televisão.

Na forma tradicional, o "respondente" escolhe algo que os demais jogadores, chamados de "perguntadores", precisam adivinhar. Cada um faz uma pergunta, à qual o respondente deve responder apenas "sim" ou "não". Em algumas variações, respostas como "talvez" também são aceitas. Exemplos comuns de perguntas são: "É maior que uma caixa de pão?", "Está vivo?" ou "É esta caneta?". Não é permitido mentir. Se alguém acerta, torna-se o respondente na rodada seguinte. Caso sejam feitas 20 perguntas sem que haja acerto, o respondente vence e continua na mesma função.

A escolha cuidadosa das perguntas pode aumentar bastante as chances de sucesso. Por exemplo, perguntar "Está relacionado a tecnologia de comunicação, entretenimento ou trabalho?" permite abranger várias possibilidades com uma única questão, reduzindo significativamente o campo de opções.

A história inicial do jogo não é totalmente clara, mas há registros de que já era popular na década de 1780. A escritora Hannah More relatou ter ensinado o "jogo das vinte perguntas" a um grupo que incluía Joshua Reynolds e Frederick North durante um jantar em Londres.Letter from Hannah More to her sister, 7 de fevereiro de 1786.

Ver também 20Q — jogo de computador

Guess Who? — brincadeira de tabuleiro — jogo oral de enigmas

Categoria:Jogos dos Estados Unidos